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ESCOLA HELENA SMALL É A PRIMEIRA A RECEBER A PEÇA “TODOS CONTRA O AEDES”

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Fonte: www.riogrande.rs.gov.br

A Escola Municipal Helena Small foi a primeira a receber a peça “Todos contra o Aedes”, nesta segunda-feira (21). O Projeto Social Teatro na Escola da Unimed Litoral Sul é desenvolvido há 13 anos, em parceria com a Cia Teatral Sobrinhos de Shakespeare.

Com o objetivo de auxiliar todas as campanhas realizadas em prol da prevenção do Aedes Aegypti, a Unimed Litoral Sul aborda este tema durante o primeiro semestre letivo para alunos de 1º ao 4º ano. O projeto é gratuito e se destina a escolas da Rede Municipal, Estadual e Particular.

A peça conta a história do seu Zé, dono de uma mecânica bem bagunçada e sem hábitos de higiene. Seu Zé recebe uma visita inesperada do mosquito que se alimenta dentro dos pneus cheios d’água e sujeira. Porém, a Super Agente de Vigilância Ambiental em Saúde vai tentar impedir a invasão do mosquito. No elenco estão Alerrandro Cardoso, Larissa Maurano e Luck Santos. Assistência de direção é de Alerrandro Cardoso, roteiro e direção geral de Vinicius Diniz.

Para a diretora da Escola Helena Small, Andrea Escovar, os atores mostraram de maneira lúdica, divertida e brilhante as diversas maneiras de combatermos o mosquito causador da dengue. “Temos certeza que nossos alunos tornaram-se multiplicadores dessa luta que é de todos nós! Nosso agradecimento à Unimed que torna possível esse importante trabalho nas escolas de Rio Grande”, finaliza.

Nesses 13 anos de projeto já foram debatidos vários temas, entre eles: higiene pessoal, drogas, consumo consciente, tabagismo, meio ambiente e outros como álcool. Os agendamentos podem ser feitos pelo telefone 3036-9728, com a Luciana. 

Assessoria de Comunicação/Unimed Litoral Sul

Escolas da Rede Municipal realizam atividades relativas ao Março Lilás

As escolas da rede pública municipal de ensino de Rio Grande têm participado ativamente das atividades do Março Lilás promovidas pelo Executivo Municipal e, nesse sentido, também têm propiciado às comunidades em que estão inseridas ações que destacam e valorizam a figura da mulher na sociedade.

No dia 17 de março, as turmas do Pré Nível I ao 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental Alcides Maia, localizada no  Capão Seco, realizaram apresentações relativas ao Março Lilás.  Já os alunos do vespertino da Escola Municipal de Ensino Fundamental João de Oliveira Martins, localizada no bairro Castelo Branco, confeccionaram cartazes, realizaram pesquisas e criaram mensagens sobre a temática.

SMEd
Roberton Reis

PREFEITURA NOMEIA 37 NOVOS PROFESSORES PARA A REDE MUNICIPAL DE ENSINO

Fonte: www.riogrande.rs.gov.br

O Executivo Municipal, através da Secretaria de Gestão Administrativa (SMGA), nomeou 37 novos professores para fazer parte do corpo de docentes das Escolas Municipais, a fim de fornecer educação de qualidade para os rio-grandinos. O chamamento foi feito através da Portaria nº 009/2013.

Para a Educação Infantil foram convocados 26 professores, para os Anos Iniciais oito professores, um para o ensino de História, um para Português e para Matemática também um. Os candidatos têm o prazo de 15 dias, a contar da publicação legal que foi emitida na sexta-feira (18), para efetuar o registro de nomeação na forma da lei.

Confira aqui o edital de nomeação.

Assessoria de Comunicação/PMRG

A REDE RS ESTÁ DESENVOLVENDO AÇÕES DE ESPORTE EDUCACIONAL

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Fonte: http://www.esporteeducacao.org.br

No final do mês de fevereiro, no Município do Rio Grande, houve a inauguração de três Escolas de Educação Infantil, oriundas do incentivo do Programa Pró-Infância. Na oportunidade, durante a cerimônia de inauguração da EMEI Nilza Alves Gonçalves, as alunas do Núcleo de Esporte Educacional da EMEF Cidade do Rio Grande (CAIC-FURG), coordenadas pela professora Elisabel Espinosa Coutinho, tiveram a honra de apresentar a coreografia “Dança dos Bambolês”, construída coletivamente, durante as ações do “Grupo de Dança Corpo e Movimento”.

EMEF Navegantes trabalha a Educação Ambiental na teoria e na prática

Crédito: EMEF Navegantes

Crédito: EMEF Navegantes

Para os alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Navegantes, esta foi uma semana em que a Educação Ambiental esteve muito presente em suas vidas, tanto na teoria, através de palestras, como na prática, através da participação no Projeto “Rio Grande – Cidade Limpa”.

Na manhã da última terça-feira, 15 de março, os alunos das turmas dos 4º e 5º anos participaram de uma palestra sobre Educação Ambiental, promovida pela Secretaria de Município de Controle e Serviços Urbanos (SMCSU). Já na manhã de quinta-feira, 17, foi a vez dos alunos do 3º ano assistirem à palestra que tratou sobre os resíduos sólidos.

Ministradas pela servidora da SMCSU, Cátia Collares, e sob a coordenação das professoras Vanessa Rutz e Luciene Costa, as palestras têm como finalidade apresentar aos estudantes os conceitos do Projeto Cidade Limpa, assim como ilustrar os danos causados pelos resíduos em nosso dia a dia, quando realizado o descarte inadequado dos mesmos. A intenção é de que os alunos atuem como multiplicadores da ideia de dar destinação correta aos materiais, ajudando, desta forma, a criar uma nova cultura de cuidado com as ruas e bairros do Município.

De acordo com a direção da EMEF Navegantes, há alguns anos a escola mantem um projeto que visa melhorar a condição do bairro em relação ao lixo e, nesse sentido, no dia 16 de março, os alunos estiveram no Horto Municipal do Cassino, onde trocaram caixas de leite vazias  por mudas da espécie Tagete Marigold, angiosperma da família da flor girassol.

Na última quinta-feira, dia 17, com o auxílio dos professores, os alunos transformaram pneus velhos em floreiras, que serão colocadas no entorno da escola, onde era comum o depósito de lixo, afim de que sejam plantadas as mudas que foram arrecadadas no Horto Municipal.

SMEd
Roberton Reis

“Desafio da Mulher na contemporaneidade” será tema de Roda de Conversa na EMEF Cidade do Rio Grande/CAIC

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Em alusão ao Março Lilás, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Cidade do Rio Grande/CAIC realizará no dia 21 de março, às 19h15, uma roda de conversa sobre os desafios da mulher na contemporaneidade.

Na oportunidade, a professora Meri Bastos abordará o tema “Da Identificação ao enfrentamento à violência doméstica”, e a professora Bilina Peres falará sobre a “Valorização da mulher no mercado de trabalho”.

A atividade será aberta à comunidade rio-grandina, tendo como foco a participação feminina. Haverá distribuição de brindes para as mulheres presentes e emissão de certificados para todos participantes.

SMEd

DE AMÉLIA A ANNA JÚLIA: PROJETO TRABALHA A PRESENÇA DA MULHER NA MÚSICA

Foto: Fábio Dutra/JA

Foto: Fábio Dutra/JA

Fonte: www.jornalagora.com.br

Analisando diversas músicas, alunos da escola Helena Small debatem sobre o papel que a mulher ocupou em diferentes épocas

Um projeto muito criativo e musical tem colocado em foco a discussão sobre a diferença do papel das mulheres com o passar das décadas. Realizado pela professora Rita Perez Germano com os alunos do 7º ano, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Helena Small, o projeto teve diferentes etapas com diversos objetivos, tais como: perceber como a mulher está sendo retratada nas letras das músicas e analisar o contexto histórico e cultural da época.

Segundo a professora, a ideia de trazer a música para a sala de aula vem ao encontro de que ela é parte do estudante. “Ele é cor, movimento, som, ritmo, ou seja, estão inscritos nele todos os aparatos culturais que circulam em nossa sociedade polifônica. E, enquanto professora de Língua Portuguesa, não posso restringir a tão ampla dimensão, a que estamos submetidos culturalmente, apenas a textos verbais, enquanto outros textos estão no ar”, explicou Rita.

Sobre o foco nas músicas com nomes de mulheres, a professora disse: “Decidi por trazer a música à minha sala de aula e unir esta linguagem à temática de gênero, tentando, assim, uma melhor compreensão dos papéis destinados ao gênero feminino, em um espaço de tempo de aproximadamente sessenta anos”.

Rita disse também acreditar que as músicas são obras estéticas, capazes de expressar sentimentos dos seus criadores, revelando, assim, suas experiências e vivências. E ao aluno coube analisar o papel das mulheres retratadas na música e seu contexto social:

A partir da música, as discussões ganharam um contexto histórico, expressando a compreensão da relação do jovem com o mundo e, acima de tudo, a sua capacidade de interpretação crítica do contexto histórico, social e cultural de diferentes épocas e contextos históricos – disse Rita.

O projeto: Amélia, Natasha, Anna Júlia e outras mulherices da música

Como primeira ação do projeto, a professora solicitou aos estudantes que trouxessem músicas com nomes próprios de mulheres, buscando sempre o seu contexto histórico e situacional. Após a escolha das músicas, o projeto continuou com outras etapas: os alunos tiveram que utilizar a percepção, para ver realmente como a mulher está sendo mostrada, analisaram o contexto histórico e cultural da época, procuraram os sentidos implícitos nas letras, dialogaram acerca das temáticas e produziram textos verbais e não verbais.

Sobre os textos verbais e não verbais construídos, a professora conta que pediu tarefas como: escrever uma narrativa, contando como está “Natasha” nos dias atuais; escrever uma carta, dando conselhos de esperança à “Janaína”; realizar campanha, em texto misto, contra a violência doméstica sofrida por “Camila”; pesquisar e expor como era o biquíni de “Ana Maria” e como são os biquínis hoje; escrever uma poesia de “Joana”, respondendo às provocações de Ana Carolina; criar uma história em quadrinhos, dando um novo rumo à vida de “Clarisse”; e traçar um paralelo entre “Amélia” e “Maria”, construindo um parágrafo dissertativo.

E o encerramento do projeto, que aconteceu na manhã de ontem (17), não poderia ser diferente: os alunos puderam conferir um pocket show do músico Maurício Terra, que interpretou todas as músicas que os alunos trouxeram para sala de aula.

– Esse foi um espaço de interação e descontração entre todos os protagonistas do projeto e, ao mesmo tempo, de reflexão – enfatizou Rita, sobre o pocket show que encerrou o projeto.

Alunos:

Ainda tem machismo, sim!

Marcela Farias, de apenas 12 anos, deu uma aula sobre igualdade entre os sexos e contou o quanto adorou o projeto:

Conseguimos ver grandes mulheres através dessas músicas, algumas mais tristes, outras que falam de amor, mas, em todas, conseguimos refletir sobre o poder das mulheres. […] o projeto foi muito importante, porque fez com que os meninos também parassem pra refletir sobre a importância de respeitar as mulheres – disse Marcela.

E, quando perguntada se existia machismo dentro do ambiente escolar, Marcela concordou e disse:

Eles têm que aprender a cultura da mulher, crescer e virar homem de verdade. Todos devem aprender que ninguém é melhor que ninguém, antes, o homem achava que podia mandar na mulher e dominar a mulher. Mas isso era antigamente, agora, o tempo mudou, nós [mulheres] estamos atrás de igualdade! – explicou a estudante de apenas 12 anos.

A estudante Yasmin Moura contou que o projeto foi bom para refletir sobre o real valor das mulheres:

Foi um trabalho muito bom, pra todos aprenderem a valorizar a mulher, tem muita mulher que faz tudo, trabalha, limpa a casa e, muitas vezes, faz papel de mãe e pai dos filhos – explicou.

Sobre a aceitação do projeto por parte dos colegas homens, Yasmin disse: “Foi ótimo, mesmo nessa idade, tem muitos machistas, e o projeto fez com que eles pensassem sobre a mulher”. A simpática menina ainda concluiu dizendo que adora projetos criativos como esse: “É muito legal quando o professor faz algo diferente, ano passado fizemos um livro, é muito bom estudar desse jeito”, concluiu.

O estudante Roger Chaves, de 12 anos, aprovou o projeto e, apesar de achar que existe, sim, machista, não se considera um:

Eu achei muito legal, porque é legal falar das mulheres, é como uma homenagem. Vimos músicas que falavam bem, falavam mal, algumas machistas, e foi muito importante debater sobre isso. A metade das músicas que analisamos eram machistas, isso é muito alto – reflete Roger.

Eduardo Pontes, de 13 anos, disse que o projeto foi útil para refletir sobre o olhar das pessoas sobre as mulheres. “A gente pode ver o jeito do outro olhar para a mulher, antes, bater numa mulher não era crime, o mundo era muito machista e, aos poucos, está melhorando. Com o projeto, vimos que esse assunto é muito sério e que não é brincadeira, temos que parar para pensar”, concluiu.

Emily Camargo, de 12 anos, contou que dentro da própria sala de aula existem colegas machistas. “A gente aprendeu que ter que debater sobre esse assunto, não é legal continuar do jeito que está. Aqui mesmo, dentro da sala, tem meninos machistas, isso começa desde pequeno. Falta muito pra ficar tudo igual, muitos ainda acham que são melhores”, explicou.

Maria Eduarda, de 12 anos, teceu elogios à iniciativa da professora Rita e ao show de Maurício Terra, e concordou com a colega Emily, relatando que sofre diariamente com o machismo:

É muito importante um projeto como esse, pra debater o machismo dentro de aula também, hoje em dia, ainda existem meninos que acham que a gente não pode fazer certas coisas. Por exemplo, eu adoro jogar futebol, e eles não me deixam jogar, me chamam de perna de pau! Pra eles, a gente não pode fazer nada, eu fico muito irritada– desabafou a corajosa Maria Eduarda.

Por Esther Louro
esther@jornalagora.com.br

Ação do Março Lilás na SMEd aborda o respeito à diversidade no aprendizado escolar

No início da tarde de quarta-feira, 16 de março, os servidores da Secretaria de Município da Educação de Rio Grande participaram, no Salão do Sobrado dos Azulejos, de uma atividade do Março Lilás, intitulada “Respeito à diversidade também se aprende na Escola”, a qual foi coordenada pela professora Neci Bandeira, secretária-Adjunta da SMEd.

Dentre os principais objetivos da ação, destacam-se: a promoção de um espaço de formação para os servidores e estagiários que atuam na Secretaria da Educação, afim de que pensem na sua responsabilidade de educadores no enfrentamento do preconceito e da discriminação de gênero, orientação sexual e identidade de gênero, conforme Diretriz III do Plano Municipal de Educação (PME); e instigar o coletivo da SMEd, responsável pela Formação Continuada, a fomentar o estudo da temática de Gênero e sua complexidade em todas as unidades escolares, bem como em todos os níveis e modalidades de ensino.

Após a abertura da atividade, os participantes foram levados a relembrar os heróis e as heroínas que conheceram na escola, o que fez com que todos constatassem que a figura feminina, mesmo nas salas de aula, não recebe a mesma valorização que recebem os homens. Nesse sentido, todos assistiram ao vídeo “A ciranda das loucas”, que contou um pouco da história de algumas mulheres que, da sua forma, foram de extrema relevância para a humanidade.

Em grupos, os servidores e estagiários da SMEd debateram, com o auxílio de leituras específicas, cinco assuntos: saúde da mulher, mulher e trabalho, educação inclusiva, mulher e política e violência contra a mulher. Após os debates nas rodas de conversa, ocorreu a apresentação das considerações e entendimentos para o grande grupo.

A temática debatida pelos servidores da SMEd também será pauta da mesa temática que ocorrerá no dia 23 de março, às 19h, no Salão Nobre da Prefeitura Municipal: “A invisibilidade da questão de gênero na Escola: é preciso romper barreiras”. O evento será aberto à comunidade rio-grandina.

SMEd
Roberton Reis

EMEF Cidade do Rio Grande/CAIC lança Projeto “Oficina de ideias”

Nos dias 08 e 09 de março, foram realizadas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Cidade do Rio Grande/CAIC, as primeiras atividades do Projeto Oficina de Ideias: reflexões sobre direitos humanos e cidadania no cotidiano escolar, o qual é coordenado pela pedagoga Liane Orcelli.

O Projeto tem como objetivo potencializar o processo de ensino e aprendizagem através do sentimento de pertencimento dos estudantes em relação à Escola, bem como contribuir para que as relações humanas dentro do ambiente escolar sejam mais fraternas e solidárias, tomando por base os princípios da Educação Ambiental e a defesa da Vida e da Cidadania.

As primeiras oficinas foram realizadas com a temática respeito, onde os estudantes dialogaram sobre respeito por si próprios, pelo outro e pelo meio ambiente. Ao final da atividade, foram confeccionados cartazes em grupos, os quais sistematizaram os principais assuntos abordados.

 

­SMEd
Com informações da EMEF Cidade do Rio Grande/CAIC