Os consumidores devem ficar atentos à comercialização dos ovos de chocolate e pescados no período da Páscoa. O alerta está sendo feito pela Coordenadoria Executiva do Procon do Rio Grande, em virtude da grande variação de preços de um mesmo produto nos vários estabelecimentos comerciais.
O comunicado faz parte do Calendário de Educação para o Consumo, a nível nacional, criado em janeiro deste ano ano para identificar as datas de cada mês em que ocorre maior pressão sobre o comércio e serviços. O Coordenador do Procon local, José Eduardo Santos da Silva, ressalta que a pesquisa é fundamental antes de qualquer compra. "É melhor prevenir do que enfrentar aborrecimentos posteriormente", alerta.
Ele considera que a informação é a principal ferramenta à disposição dos consumidores para um consumo consciente e seguro e que melhor defende seus interêsses econômicos e sociais, além de ser fundamental para o fortalecimento e concretização da cidadania.
OVOS E CHOCOLATES
Para aquisição de chocolates e ovos de páscoa, o consumidor deverá ficar atento quanto à data de validade e aos ingredientes. Chocolates com recheio de frutas tendem a perecer com maior facilidade. A atenção deverá aumentar caso o consumidor opte por versões diet ou light dos ovos de Páscoa convencionais. Isso porque as nomenclaturas diet e light não significam que estes produtos são respectivamente, isentos ou tenham percentual reduzido de açúcar ou energia.
Segundo a ANVISA, "alimentos diet apresentam na sua composição quantidades insignificantes ou são totalmente isentos de algum nutriente ou valor energético. Ainda sobre chocolates diet sem açúcar, embora estes produtos não
tenham açúcar como ingrediente, eles apresentam mais gordura que os chocolates convencionais e, por isso, o consumo deve ser moderado.
PESCADOS E FRUTOS DO MAR
Com relação aos pescados, é preciso ficar atento à cor das guelras dos peixes, que devem sempre estar vermelhas e os olhos salientes e brilhantes. Antes de adquirir os pescados in natura, deve-se observar as condições de higiene do local, bem como a forma com que os pescados são armazenados e acondicionados.
No caso do camarão, estes devem ser firmes e com a arapaça presa ao corpo, o odor deve ser característico do produto e não forte demais. Para o caso do gelo utilizado na refrigeração dos pescados e frutos do mar, por entrar em contato com o produto, deverá ser fabricado com água potável, segundo a Resolução n° 33 de 09/11/1977 do Conselho Nacional de Normas e Padrões para Alimentos.
Toda e qualquer dúvida ou problema com os produtos adquiridos os consumidores devem procurar os órgãos de vigilância sanitária ou o Procon do Rio Grande, situado na rua Marechal Floriano, 248 (antigo prédio da Caixa Econômica
Estadual) ou contactar pelos telefones 30358499, 30358321 e 30358322.
30.03.07