{"id":34009,"date":"2019-06-17T15:28:31","date_gmt":"2019-06-17T18:28:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/?p=34009"},"modified":"2019-06-17T19:12:04","modified_gmt":"2019-06-17T22:12:04","slug":"emeja-paulo-freire-completa-um-ano-na-formacao-de-jovens-e-adultos-em-rio-grande","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/?p=34009","title":{"rendered":"EMEJA PAULO FREIRE COMPLETA UM ANO NA FORMA\u00c7\u00c3O DE JOVENS E ADULTOS EM RIO GRANDE"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_34010\" style=\"width: 410px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/20190617-pmrg-image1.jpg\" rel=\"lightbox[34009]\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-34010\" class=\"size-full wp-image-34010\" src=\"http:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/20190617-pmrg-image1.jpg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"240\" srcset=\"https:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/20190617-pmrg-image1.jpg 400w, https:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/20190617-pmrg-image1-345x207.jpg 345w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-34010\" class=\"wp-caption-text\">Divulga\u00e7\u00e3o<\/p><\/div>\n<p>Fonte: <a href=\"http:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/emeja-paulo-freire-completa-um-ano-na-formacao-de-jovens-e-adultos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>www.riogrande.rs.gov.br<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Uma escola andarilha<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EMEJA) Paulo Freire, conhecida como uma \u201cescola andarilha\u201d por atuar de bairro em bairro no munic\u00edpio de Rio Grande, completa em junho um ano de atua\u00e7\u00e3o. Para a diretora da EMEJA, Fl\u00e1via Gonzales pode ser a \u00fanica nesse modelo no Rio Grande do Sul e no Brasil.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A inspira\u00e7\u00e3o para criar a EMEJA Paulo Freire come\u00e7ou com o projeto Educa\u00e7\u00e3o para Pescadores, desenvolvido em Rio Grande com apoio de v\u00e1rias secretarias do governo municipal. O projeto atendia comunidades de pescadores, tinha a certifica\u00e7\u00e3o do NEEJA (N\u00facleo Estadual de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos) e a parceria de professores volunt\u00e1rios da FURG, conta a diretora. \u201cDa possibilidade de levar a escola onde n\u00e3o existia uma de forma regular que oferecesse a modalidade EJA, surgiu a EMEJA Paulo Freire.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Titular da Secretaria de Munic\u00edpio da Educa\u00e7\u00e3o (SMED), Vanessa Pintanel afirma que \u201c<strong>a EMEJA Paulo Freire se configura como uma pol\u00edtica educacional que enfrenta a baixa escolaridade e o analfabetismo em Rio Grande<\/strong>\u201d. Ela acrescenta que \u201c<strong>\u00e9 uma escola que atua constituindo turmas nos locais onde a demanda se faz por solicita\u00e7\u00e3o da comunidade e, com isso, tem os sujeitos como protagonistas dos processos educativos<\/strong>\u201d. Vanessa sustenta que os estudantes d\u00e3o vida \u00e0 escola entendendo a aprendizagem como uma constru\u00e7\u00e3o feita no encontro com o outro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Palavras refor\u00e7adas pelo prefeito municipal, Alexandre Lindenmeyer, que comemora a consolida\u00e7\u00e3o de mais um importante projeto pedag\u00f3gico no munic\u00edpio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<strong>Tenho orgulho em dizer que a escola p\u00fablica de Rio Grande \u00e9 de excel\u00eancia. Eu n\u00e3o tenho d\u00favida nenhuma de que com essa proposta, que respeita e entende a hist\u00f3ria e o momento de cada comunidade, estamos transformando a vida de muita gente. Atrav\u00e9s da educa\u00e7\u00e3o, da leitura e do conhecimento n\u00f3s come\u00e7amos a enxergar o mundo de forma diferente \u2013 e isso justifica um projeto t\u00e3o importante para n\u00f3s como esse<\/strong>\u201d, completou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A organiza\u00e7\u00e3o curricular da escola Paulo Freire funciona em blocos. S\u00e3o duas turmas em cada um dos tr\u00eas locais onde a escola atua. Um bloco atende os anos iniciais (1\u00ba ao 5\u00ba) e outro os anos finais (6\u00ba ao 9\u00ba). As sedes da Paulo Freire \u201c<strong>andarilha<\/strong>\u201d funcionam na Vila Mangueira, junto \u00e0 escola municipal Ramiz Galv\u00e3o; na Quer\u00eancia, na Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores, cujo local foi solicitado pelos pr\u00f3prios alunos, \u201c<strong>por esse diferencial de pertencimento com a Associa\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d; e na EMEF Prof\u00aa Zelly Pereira Esmeraldo, no bairro Cidade de \u00c1gueda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No final desse ano, formam-se as duas primeiras turmas da Paulo Freire, iniciadas em 2018, na Quer\u00eancia e na Vila Mangueira. No come\u00e7o de 2019, como havia uma demanda no bairro Cidade de \u00c1gueda, foram implantadas duas turmas naquele bairro. Atualmente, sete (7) professoras atendem todas as turmas de jovens e adultos (cerca de 70 alunos) na EMEJA Paulo Freire, nos tr\u00eas bairros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Baixas renda e escolariza\u00e7\u00e3o e o desemprego s\u00e3o caracter\u00edsticas do p\u00fablico atendido pela Paulo Freire. \u201c<strong>Apesar de t\u00e3o distantes, eles (os bairros) t\u00eam as mesmas caracter\u00edsticas socioecon\u00f4micas<\/strong>\u201d e necessidades, explica Fl\u00e1via Gonzales. Como as turmas acabam se integrando, a conviv\u00eancia possibilitou que experi\u00eancias de um local fossem transmitidas para outro. A diretora cita o exemplo da Associa\u00e7\u00e3o de Moradores da Quer\u00eancia, cuja inspira\u00e7\u00e3o motivou os moradores da Vila Mangueira a criar a sua entidade. \u201c<strong>A Paulo Freire \u00e9 madrinha dessa iniciativa<\/strong>\u201d, comemora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Tra\u00e7ar caminhos caminhando<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O n\u00facleo administrativo e pedag\u00f3gico da Paulo Freire est\u00e1 localizado junto a Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o Complementar Escola Viva. Neste espa\u00e7o de refer\u00eancia dos educadores, est\u00e1 situada a secretaria da escola onde, semanalmente, acontecem as reuni\u00f5es pedag\u00f3gicas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fl\u00e1via Gonzales cita que existem outros bairros com demandas para a EMEJA Paulo Freire. Por\u00e9m, \u201c<strong>tra\u00e7amos caminhos caminhando<\/strong>\u201d. Ela lembra que, \u201c<strong>quando a escola foi para a rua, em 2018, ir em dois bairros, com 19 quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia de uma escola para a outra, foi uma ousadia<\/strong>\u201d. Essa \u00e9 a dist\u00e2ncia que as professoras t\u00eam que percorrer para completar o trecho entre as escolas, semanalmente, a fim de dar aulas na EMEJA. \u201c<strong>\u00c9 assim que funciona a Paulo Freire, em movimento<\/strong>\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fonte: www.riogrande.rs.gov.br Uma escola andarilha A Escola Municipal de Educa\u00e7\u00e3o de Jovens e Adultos (EMEJA) Paulo Freire, conhecida como uma \u201cescola andarilha\u201d por atuar de bairro em bairro no munic\u00edpio de Rio Grande, completa em junho um ano de atua\u00e7\u00e3o. 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