{"id":4016,"date":"2012-05-11T15:26:56","date_gmt":"2012-05-11T18:26:56","guid":{"rendered":"http:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smec\/?page_id=4016"},"modified":"2015-03-27T16:17:47","modified_gmt":"2015-03-27T19:17:47","slug":"poesias-de-leandro-azevedo-vargas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.riogrande.rs.gov.br\/smed\/?page_id=4016","title":{"rendered":"Poesias de Leandro Azevedo Vargas"},"content":{"rendered":"<pre><strong>Poesia C\u00f3smica<\/strong><\/pre>\n<pre>Seguro a tua m\u00e3o\r\nEnquanto a realidade\r\nDesfaz-se \u00e0 nossa volta<\/pre>\n<pre>E, ent\u00e3o, somos nada\r\nE somos tudo\r\nSomos lembran\u00e7as, somos esperan\u00e7a<\/pre>\n<pre>Vest\u00edgios no espa\u00e7o\r\nRumando para o desconhecido\r\nAbra\u00e7ando o improv\u00e1vel<\/pre>\n<pre>E quando nossos olhos\r\nAcostumaram-se \u00e0 noite eterna\r\nVeio a mudan\u00e7a<\/pre>\n<pre>Percebi a tua\r\nImut\u00e1vel presen\u00e7a e, \r\nNeste momento, renasci<\/pre>\n<pre>Pronto para compartilhar\r\nOs altos e baixos, \r\nAs palavras e os pensamentos<\/pre>\n<pre>Pronto para segurar tua m\u00e3o\r\nQuando as estrelas e os desejos\r\nUma vez mais come\u00e7arem a desvanecer.<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre><strong>Morango<\/strong><\/pre>\n<pre>C\u00e9u amarelo, t\u00e3o belo\r\nEla j\u00e1 vai chegar...<\/pre>\n<pre>C\u00e9u amarelo\r\nCheiro de morango no ar<\/pre>\n<pre>C\u00e9u amarelo\r\nRisadas, jeito louco de dan\u00e7ar<\/pre>\n<pre>C\u00e9u amarelo\r\nDevia este momento congelar.<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre><strong>A tarde que nunca partiu<\/strong><\/pre>\n<pre>\u00c9 a luz do Sol\r\nO teu olhar,\r\n\u00c9 t\u00e3o s\u00f3<\/pre>\n<pre>\u00c0 deriva na estrada\r\nN\u00e3o \u00e9 nada\r\n\u00c9 tudo que eu sempre quis<\/pre>\n<pre>Um mero ponto\r\nPerdido no caminho\r\nUm recome\u00e7o<\/pre>\n<pre>Um testemunho irrelevante\r\nA sa\u00edda que eu busco\r\nDe forma fervorosa<\/pre>\n<pre>A \u00faltima janela\r\nA \u00fanica alternativa\r\nUm tolo fim<\/pre>\n<pre>O que restou\r\nde belo\r\nno mundo<\/pre>\n<pre>A tarde\r\nque nunca \r\npartiu.<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre><strong>Cadeias Infinitas<\/strong><\/pre>\n<pre>H\u00e1 tanto para dizer em momentos como esse\r\nQuando tudo converge para t\u00e3o aguardado fim\r\nEsperamos uma eternidade por isso, fomos pacientes\r\nH\u00e1 tanto para dizer, mas as palavras preferem n\u00e3o vir<\/pre>\n<pre>Estamos em todos os lugares, e em lugar nenhum\r\nPerdidos em realidades criadas para nos satisfazer\r\nExilados num mar infinito de belas emo\u00e7\u00f5es\r\nQue n\u00e3o conhecem nem entendem limita\u00e7\u00f5es<\/pre>\n<pre>Apenas n\u00f3s, unidos num ponto indefinido\r\nOnde n\u00e3o existe tempo, e desprezamos o espa\u00e7o\r\nQuem diria que realmente tocar\u00edamos a perfei\u00e7\u00e3o?<\/pre>\n<pre>Nossas m\u00e3os, unidas, passeiam pela beleza\r\nImortal que nossas mentes enleadas conjuraram e \r\nAgora, em \u00eaxtase, desafiamos a linha da vida e da morte.\"<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre><strong>A Ruiva<\/strong><\/pre>\n<pre>Gosto de caminhar no escuro\r\nE do balan\u00e7o do trem<\/pre>\n<pre>Tem horas em que o nada\r\nTenta me dominar, mas n\u00e3o deixo ele vencer<\/pre>\n<pre>Tantas vidas perdidas, tanta dor, tanto caos\r\nQue outro mal ainda pode acontecer?<\/pre>\n<pre>H\u00e1 muito tempo n\u00e3o via\r\nAlgo t\u00e3o belo quanto\r\nAquela ruiva lendo Goethe\r\nNo meio da fila sem fim.<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre><strong>Idear<\/strong><\/pre>\n<pre>Cavo bem fundo\r\nCamada ap\u00f3s camada\r\nAt\u00e9 o centro do mundo\r\nAtr\u00e1s da resposta\r\nQue esclarecer\u00e1 tudo<\/pre>\n<pre>Camada ap\u00f3s camada\r\nDestinado a encontrar\r\nUma raz\u00e3o para esta sucess\u00e3o\r\nDe alegrias e dramas<\/pre>\n<pre>Chego ao fim(\u00e9 este o fim?)\r\nE l\u00e1 est\u00e1, ao meu alcance,\r\nTudo o que sempre quis<\/pre>\n<pre>Livre da ilus\u00e3o\r\nFinalmente posso ver<\/pre>\n<pre>Toco a verdade e agora posso ser...<\/pre>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><em>O professor Leandro Azevedo Vargas\u00a0 trabalha como professor de L\u00edngua Inglesa na EMEF Bento Gon\u00e7alves<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Poesia C\u00f3smica Seguro a tua m\u00e3o Enquanto a realidade Desfaz-se \u00e0 nossa volta E, ent\u00e3o, somos nada E somos tudo Somos lembran\u00e7as, somos esperan\u00e7a Vest\u00edgios no espa\u00e7o Rumando para o desconhecido Abra\u00e7ando o improv\u00e1vel E quando nossos olhos Acostumaram-se \u00e0 noite eterna Veio a mudan\u00e7a Percebi a tua Imut\u00e1vel presen\u00e7a e, Neste momento, renasci Pronto 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