SECRETARIA DE MUNICÍPIO DA SAÚDE

PROGRAMAS

ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

A Estratégia de Saúde da Família conta atualmente com trinta e seis equipes de Saúde da Família e doze equipes de saúde bucal divididas em vinte quatro Unidades Básicas de Saúde da Família, além de uma unidade móvel de odontológica para atendimento das UBSF’s que ainda não possuem equipe de saúde bucal. As equipes da ESF atuam em regime de 40h semanais, sendo apoiadas pelos profissionais do Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), composto por psicólogo, nutricionista, assistente social, fisioterapeuta e educador físico, num total de cinco equipes de NASF.

Quanto à cobertura populacional, toda a equipe tem a responsabilidade de assistência, educação e vigilância em saúde de uma população adstrita, sendo,em média, populações de 3000 (três mil) habitantes por equipe com médico, enfermeiro e técnico de enfermagem.

Todas as equipes realizam o acolhimento do usuário que acessa a Unidade de Saúde da Família, prestando assistência à demanda espontânea eepidemiologicamente definida de acordo com o diagnóstico de cada território. São realizados atendimentos preventivos, curativos e reabilitadores de todos os componentes do ciclo vital, da criança ao idoso, independentemente da doença ou da presença de doença. São realizadas ações de assistência em saúde na Unidade de Saúde e nos domicílios cadastrados nestes territórios, em relação a atenção médica, de enfermagem, odontológica, visitas de agentes comunitários de saúde e acompanhamento pelo Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF), mediante matriciamento com as equipes de referência.

Estas atividades dividem-se desde assistência em situações de emergência e pronto-atendimento com corresponsabilização até pré-natal, puericultura, atenção a doenças crônico-degenerativas, procedimentos cirúrgicos, imunizações, orientações, anticoncepção, visitas domiciliares, curativos, avaliação de sinais vitais, atendimento em saúde mental, infectologia, além de outros problemas de saúde que a comunidade venha a apresentar.

As equipes têm a responsabilidade de fomentar e participar do controle social do seu território, manter atualizado seu cadastro de usuários, realizar o diagnóstico de área avaliar as características sociais e econômicas da região, participar de atividades na escola com os estudantes e professores, discutindo temas relacionados com a saúde.

A UBSF é um espaço de cidadania para o empoderamento da população quanto aos seus direitos fundamentais de acesso a saúde. Além disso, a equipe deve referenciar os casos menos prevalentes ou que necessitam de apoio especializado ou intensivo em nível secundário ou terciário, coordenando os cuidados realizados por terceiros, exercendo o papel de organizador das demandas do paciente, ordenando o fluxo do usuário no sistema de saúde.

A proposta da coordenação da estratégia saúde da família é a ampliação de 30% dos serviços da ESF no município do Rio Grande para os anos de 2018 a 2020, além da qualificação do serviço nas regiões já cobertas pela ESF, alcançando assim o patamar de mais 80% de cobertura em equipes de ESF e 54% de cobertura em equipes de saúde bucal, além de 80% de cobertura do NASF. Em números absolutos ao longo dos anos de 2018 a 2021 o município de Rio Grande passaria a prestar atendimento através da Atenção Básica, centrado na ESF, para aproximadamente 167.200 (cento e sessenta e sete mil e duzentos) habitantes, do total de 207.000 (duzentos e quatro mil) habitantes que residem atualmente na cidade conforme.

EQUIPE CONSULTÓRIO NA RUA

Criada por decreto do executivo municipal em 07 de junho de 2016, a implantação da equipe de Consultório na Rua do Rio Grande se iniciou com uma equipe de tipo I – com um educador social, uma técnica de enfermagem, uma enfermeira e um psicólogo.

Durante o primeiro ano de funcionamento e desde o começo, a rotatividade de profissionais foi intensa na equipe, tendo apenas um profissional inalterado, o psicólogo. Neste período passaram pela equipe, por períodos de tempo variados, 5 enfermeiras, uma Assistente social, 5 técnicas/auxiliares de enfermagem, 2 educadores sociais e um psicólogo. Além destes, o consultório na rua foi campo de estágio para uma estudante de serviço social, uma residente psicóloga em saúde da família, uma residente médica da residência de infectologia, uma estudante de enfermagem e duas estudantes de psicologia. A quase totalidade dos profissionais enfermeiros e técnicos/auxiliares de enfermagem que estiveram na equipe eram profissionais de outras equipes, do programa ESF, que estavam fazendo um suporte e uma participação restrita na equipe, participando das ações na rua mas não da organização do trabalho, por mais que tenham vivenciado o trabalho na prática, pouco participaram do processo de implantação e de construção do escopo do trabalho em realização e a ser realizado, eram coadjuvantes do processo e foram fundamentais não só para a existência da equipe como para a continuidade do trabalho.

Cabe aqui ressaltar que, durante o primeiro ano de funcionamento da equipe, a mesma permaneceu sem coordenação por imposição da gestão, o que em muitos momentos impossibilitou o avanço do trabalho da equipe e gerou problemas na efetivação do trabalho e da implantação efetiva da equipe, o que está sendo finalizado atualmente.

Hoje a equipe está composta de forma mais definitiva, onde os profissionais têm dedicação mínima de 30hs semanais ao Consultório na Rua, estando com uma enfermeira, uma técnica de enfermagem, um psicólogo e um educador social. Outro avanço, neste sentido de composição da equipe, foi a nomeação, há 4 meses, da coordenação da equipe para o psicólogo, único profissional permanente na equipe desde o decreto que instituiu sua implantação. Há ainda, na composição atual da equipe, duas estagiárias do curso de psicologia e uma do curso de enfermagem.

Neste período de funcionamento, desde o decreto de implantação até o presente momento, foram feitos, em média, 900 abordagens mensais, onde foram cadastrados 253 usuários, tendo sido mantida uma frequência média de 40 usuários monitorados por mês. Foram identificadas situações extremas de dependência química e saúde mental, onde a exposição à vulnerabilidade e a condições intensas de precariedade e dificuldade de autocuidados e manutenção de cuidados e tratamentos em saúde dificulta o trabalho de cuidado desta população. As demandas comumente atendidas foram de suporte e acolhimento, estabelecendo o vínculo para a manutenção do acompanhamento e eventual monitoramento, quando permitido pelo usuário, de suas questões de saúde pontuais, como ferimentos, cuidados pré e pós hospitalares, acesso a serviços especializados de saúde mental, bucal, IST/AIDS e outras infecções, para tanto utilizando vários serviços das equipes de saúde do município, garantindo a porta de entrada e os encaminhamentos aos usuários.

Sendo uma equipe itinerante e de atenção básica, as diretrizes do SUS são cotidianamente vivenciadas nas práticas do exercício do cuidado em saúde à população em situação de rua. Assim, a diretriz da equipe de consultório na rua é “Expandir a cobertura da atenção básica de saúde e realizar atenção integral para a população em situação de rua.”¹ Tendo por objetivos: “Ampliar os cuidados em saúde à população itinerante que vive em seu cotidiano em situações de rua, sejam estes dependentes químicos, moradores das ruas ou pacientes da saúde mental. Acessar, abordar, acompanhar e atender a referida população em diferentes turnos para conhecimento, vinculação e oferta de suporte e cuidados em saúde nas ruas de todo o município. Ser porta de entrada dos usuários no SUS. Organizar o fluxo de demandas originadas nas ruas. Negociar com a rede de suporte o acesso dos usuários, de acordo com os encaminhamentos que se fizerem necessários. Participar da rede de matriciamento junto à ESF e aos NASFs. Realizar educação em saúde a esta população, visando à prevenção de agravos. Realizar atendimento individual de acordo com as necessidades do usuário.”¹ (¹- citação do projeto apresentado pelo município ao Ministério da Saúde para efetivação da implantação da equipe).

PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE INDÍGENA

A população indígena no município de Rio Grande está composta por população sazonal, população de estudantes da Universidade Federal do Rio Grande e população residente. O município recebe desde 1990 durante a temporada de verão uma população sazonal de famílias indígenas das etnias Kaigang e Guarani Mbya provindas de terras indígenas do estado e de outras localidades que se deslocam durante a temporada de verão para o Balneário Cassino a fim de comercializar o artesanato que produzem. A partir de julho de 2017, indígenas da etnia Guarani M’bya ocuparam a área da extinta Fepagro, no distrito de Domingos Petroline, onde estão constituindo sua aldeia.

A instalação da Aldeia Guarani M’bya “Tekoa NHE’E AMBA” apresenta-se como um grande desafio para a Gestão Municipal, pois não haviam ainda políticas públicas municipais voltadas ao atendimento especifico dessa população enquanto residentes e munícipes. O Programa de Saúde da População Indígena está, desde 2014, em articulação com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) a fim de qualificar a atenção à saúde da população indígena considerando as especificidades culturais, epidemiológicas e operacionais dos povos indígenas.

PROGRAMA MUNICIPAL IST/AIDS/HV (PMIST)

PROGRAMA DE CONTROLE DAS ISTS (Infecções Sexualmente Transmissiveis)

O Programa de controle e prevenção das ISTS é responsável pelas ações de prevenção e promoção de informações sobre estas doenças além de monitorar o aparecimento da mesma e o prover o seu tratamento , tudo gratuito e pelo SUS.

O que são IST ?

As Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) são causadas por vírus, bactérias ou outros microrganismos.

São transmitidas, principalmente, por meio do contato sexual (oral, vaginal, anal) sem o uso de camisinha masculina ou feminina, com uma pessoa que esteja infectada. A transmissão de uma IST pode acontecer, ainda, da mãe para a criança durante a gestação, o parto ou a amamentação.

O tratamento das pessoas com IST melhora a qualidade de vida e interrompe a cadeia de transmissão dessas infecções. O atendimento e o tratamento são gratuitos nos serviços de saúde do SUS.

A terminologia Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) passa a ser adotada em substituição à expressão Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), porque destaca a possibilidade de uma pessoa ter e transmitir uma infecção, mesmo sem sinais e sintomas.

Onde Procurar o Tratamento e prevenção ?

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PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE)

O Programa Saúde na Escola (PSE) desenvolve suas ações em paralelo com o Programa Saúde do Adolescente (PSA) e o Projeto Olhar Brasil. O PSE atua em parceria com a estratégia de saúde da família (ESF) e a rede de educação do município, promovendo o fortalecimento do trabalho intersetorial a nível local, através de atividades educativas e preventivas de promoção, prevenção e atenção à saúde com linhas de educação estabelecidas pelo Ministério da Saúde (MS), que visam contribuir para a formação integral dos estudantes da rede pública, desenvolvimento da cidadania e da qualificação das políticas públicas brasileiras.

PROJETO OLHAR BRASIL

É um projeto em parceria dos ministérios da Saúde e da Educação, que tem como objetivo identificar e corrigir problemas visuais relacionados à refração e garantir assistência integral em oftalmologia para os casos em que forem diagnosticadas outras doenças que necessitarem de intervenções. Visa contribuir para a redução das taxas de repetência e evasão escolares e facilitar o acesso da população à consulta oftalmológica e a óculos corretivos. O Projeto foi redefinido pela Portaria Interministerial nº 2.299/MS/MEC, de 3 de outubro de 2012.

SAMU 192

O SAMU 192 é um serviço de atendimento pré-hospitalar de urgência e emergência da Prefeitura de Rio Grande. Você pode acionar o serviço gratuitamente através de telefones sem precisar pagar nada por isso

O que você deve saber antes de ligar para o SAMU 192:

  1. O que aconteceu com o paciente ;

  2. O Endereço: Rua , Avenida, número, bairro e referência do local da ocorrência;

  3. Dados do paciente : Tais como nome , idade e sexo( SE SOUBER);

  4. O número do telefone de onde você está ligando;

O SAMU 192 atende apenas situações de emergências médicas. Não dê trote! Você poderá prejudicar seriamente outra pessoa que esteja em risco de vida.

ATENÇÃO !!!

Chame o socorro pelo número 192 !

Caso o paciente seja socorrido por outros meios, ligue cancelando o pedido.

SMU 0800 645 1192

Em Rio Grande também temos o Serviço Municipal de Urgências(SMU), que em apoio ao SAMU 192 presta atendimento as situações de urgência (menos graves), mas também atua de forma fundamental nas emergências diversas(situações graves).

Como funciona e onde atua ?

  1. Pode ser acessado gratuitamente através do número 0800 645 1192.

  2. Responder às breves perguntas:

  • O que aconteceu com o paciente;

  • O Endereço: Rua, Avenida, número, bairro e referência do local da ocorrência;

  • Dados do paciente: Tais como nome, idade e sexo (SE SOUBER);

  • O número do telefone de onde você está ligando

  1. Atualmente conta com umas estrutura de 06 ambulâncias nas 24h do dia distribuído nos seguintes bairros estratégicos : CENTRO, CASSINO, PARQUE MARINHA, PROFILURB, QUINTA E POVO NOVO.

  2. Também é responsável por realizar o transporte de pacientes para consulta em outros municípios, desde que comprovado por solicitação médica a incapacidade de transporte em outro veículo de remoção.

UBS 24H

As UBS 24 H prestam atendimento médico e de enfermagem nas 24h do dia , também disponibilizam atendimento odontológico, sala de vacinas com todos imunobiológicos do calendário da criança, adulto e idoso e outras especialidades médicas em horário comercial.

Atualmente temos à disposição da comunidade à UBS 24H Dr.Newton Azevedo no Balneário Cassino e à UBS Dr. Pedro Armando Gatti no Bairro Parque Marinha.

UBS MISTAS

As UBS Mistas apresentam duas modalidades de atenção à saúde, durante o dia como Estratégia de Saúde da Família com destaque para o atendimento com prévio agendamento, salvo às emergências e a presença de grupos de prevenção e promoção da saúde conduzido por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e Agentes de Saúde em conjunto com outros profissionais da área e a noite na modalidade de UBS 24H com pronto atendimento médico e de enfermagem.

Atualmente temos duas UBS MISTAS no município. São elas: UBSF QUINTA (Localizada no Bairro da Quinta) e a UBSF Dr. José Salomão (PROFILURB).

CENTROS DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL(CAPS)

Os CAPS são instituições destinadas a acolher pacientes com transtornos mentais, estimular sua integração social e familiar e apoiá-los em suas iniciativas de busca da autonomia, oferecendo-lhes atendimento médico e psicossocial. Um dos objetivos do Programa é possibilitar a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no Brasil.

Os pacientes são atendidos de acordo com o Projeto Terapêutico Singular, que consiste em um tratamento específico para cada indivíduo, elaborado pela equipe. Além das consultas, o Projeto pode ser composto por diversas atividades, como oficinas terapêuticas e culturais, rodas de conversa e orientações individuais ou em grupo, entre outras.

Existem diferentes tipos de CAPS em Rio Grande, conforme abaixo:

  • CAPS conviver: Atendimento diurno(segunda a sexta) de adultos com transtornos mentais;
  • CAPS Infantil: Atendimento diurno(segunda a sexta) a crianças e adolescentes com transtornos mentais;
  • CAPS Álcool e Drogas: Atendimento diário à população com transtornos decorrentes do uso e dependência de substâncias psicoativas, como álcool e outras drogas.
  • Ambulatório de Saúde Mental : Atendimento diurno(segunda a sexta) de adultos com transtornos mentais e situações emergenciais.
UNIDADES BÁSICAS DE SAÚDE
A Unidade Básica de Saúde (UBS) é o contato preferencial dos usuários, a principal porta de entrada e centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à Saúde. É instalada perto de onde as pessoas moram, trabalham, estudam e vivem e, com isso, desempenha um papel central na garantia de acesso à população a uma atenção à saúde de qualidade. Na UBS, é possível receber atendimentos básicos e gratuitos em Pediatria, Ginecologia, Clínica Geral, Enfermagem. Os principais serviços oferecidos são consultas médicas, inalações, injeções, curativos, vacinas, realização de testes rápidos e encaminhamentos para especialidades e exames. A atenção primária é constituída pelas seguintes unidades básicas de saúde (UBS) em RIO GRANDE :UBS Rita Lobato , UBS BGV , UBS Materno Infantil , UBS JUNÇÃO e HIDRÁULICA.
PROGRAMA DE FISIOTERAPIA

O Programa de Fisioterapia do Município de Rio Grande faz triagem dos pacientes de reabilitação através do acesso dos usuários do SUS através de consultas nas Unidades Básicas de Saúde/Unidade Básica de Saúde da Família ou consulta com Especialista, sendo a porta de entrada para o atendimento de fisioterapia as Unidades de Saúde, que encaminham o laudo para o setor de Fisioterapia, no qual agenda avaliação fisioterapêutica e faz triagem dos pacientes encaminhados afim de cadastrar, identificar e orientar os pacientes quanto à prevenção, após mediante necessidade o paciente é encaminhado para clínicas prestadoras (quando necessário atendimento com equipamentos específicos de fisioterapia/eletroterapia) ou até mesmo referenciando para atividades coletivas realizada pelo fisioterapeuta do NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família) ou outro grupo das Unidades Básicas de Saúde, para acompanhamento e continuidade do tratamento mais próximo do domicílio do usuário.

Atualmente não existe fila de espera para o atendimento de reabilitação, junto a este serviço de triagem temos o Programa Saúde do Deficiente, que auxilia atendendo às demandas deste público bem como atividades de prevenção e promoção, durante todo o ano, como o “Praia para Todos”, Outubro Rosa, semana de prevenção ao nanismo, AVC, entre outros.

Os principais problemas que o serviço de Fisioterapia enfrenta hoje é a impossibilidade de atendimento domiciliar, já que não existe este modelo de atendimento no município; Carência de profissionais no quadro de funcionários; Ausência de uma clínica municipal de atendimento fisioterapêutico, para garantir a qualidade do atendimento e para o município ter autonomia nos atendimentos prestados; Implantação do CER (Centro Especializado em Reabilitação); Dificuldade de acessibilidade para o atendimento à nível de transporte, e até mesmo por questões sociais,para as pessoas com deficiência permanente e/ou transitória, principalmente as de zona rural; Falta de banco de dados integrado, dados epidemiológicos, para nortear ações e etc.

PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE DO IDOSO

O objetivo consiste em viabilizar a promoção de saúde, qualidade de vida, assistência e reabilitação dos idosos, aprimorando, mantendo e recuperando a capacidade funcional, valorizando a independência física e mental da pessoa idosa, redescobrindo possibilidades de viver sua própria vida como também a fase do ciclo vital, com a melhor qualidade possível; compor e capacitar equipe multiprofissional da Secretaria Municipal da Saúde para atendimento a saúde do idoso.

NÚCLEO DE CRÔNICOS - PROJETO VIDA ATIVA
Garantir atendimento de usuários com Doenças Crônicas não Transmissíveis e idosos do município, complementando os Programas e ações da Rede de Atenção Primária existente, com realização de práticas de exercícios supervisionada e especializada, disponibilizada para 420 usuários do município, três vezes por semana além do acompanhamento dos parâmetros antropométricos, sanguíneos e de aptidão física localizada e cardiorrespiratória. Cobertura atual de unidades atualmente é de 20 UBS. Compõe a equipe técnica do projeto, 4 educadores físicos concursados e 2 estagiários do curso de educação física da FURG. Este projeto é financiado totalmente pelo município, não possui financiamento externo e nem lei de regulamentação.
NÚCLEO DE CRÔNICOS - PROGRAMA DO TABAGISMO

Garantir um serviço de saúde de qualidade para pessoas que desejam sessar com vício do tabaco, fornecendo apoio médico, psicológico e medicamentoso nessa terapêutica.

O fornecimento de cadernetas e de medicamentos para esse programa ocorre via Estado. Os profissionais envolvidos e outros insumos são garantidos pelo município.

ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA (PAISPD)

A presente política do Ministério da Saúde, voltada para a inclusão das pessoas com defi ciência em toda a rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), caracteriza-se por reconhecer a necessidade de implementar o processo de respostas às complexas questões que envolvem a atenção à saúde das pessoas com defi ciência no Brasil.

Assim, defi ne, como seus propósitos gerais, um amplo leque de possibilidades que vai da prevenção de agravos à proteção da saúde, passando pela reabilitação: proteger a saúde da pessoa com defi ciência; reabilitar a pessoa com defi ciência na sua capacidade funcional e desempenho humano, contribuindo para a sua inclusão em todas as esferas da vida social e prevenir agravos que determinam o aparecimento de defi ciências.

Suas principais diretrizes, a serem implementadas solidariamente nas três esferas de gestão e incluindo as parcerias interinstitucionais necessárias, são: a promoção da qualidade de vida, a prevenção de defi ciências; a atenção integral à saúde, a melhoria dos mecanismos de informação; a capacitação de recursos humanos, e a organização e funcionamento dos serviços.

NÚCLEO DE CRÔNICOS - HIPERDIA

Garantir o cadastramento e acompanhamento de portadores de hipertensão arterial e/ou diabetes mellitus atendidos na rede ambulatorial do Sistema Único de Saúde – SUS, permitindo gerar informação para aquisição, dispensação e distribuição de medicamentos de forma regular e sistemática a todos os pacientes cadastrados. Hoje o programa do HiperDia tem cadastrado conforme as planilhas utilizadas no setor 2.021 pacientes referentes aos 35 postos de saúde. As insulinas têm origem de verba estadual, porém compra de fitas, glicosímetros, lancetas e todo material humano envolvido no programa é fornecido pelo município.