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Em Brasília, Executivo e Legislativo discutem novas construções do programa Minha Casa Minha Vida


Na capital federal, a Prefeitura e a Câmara Municipal do Rio Grande estiveram reunidas na defesa de um projeto comum para a cidade: a habitação popular. Na sede da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, o prefeito Alexandre Lindenmeyer, o presidente do Legislativo Municipal, Flávio Maciel, e o secretário de Município de Habitação e Regularização Fundiária, Gilmar Ávila, apresentaram demandas e as potencialidades do município para a construção de novas unidades habitacionais.

Motivados pelo anúncio feito pelo governo federal, através do ministro das Cidades, Alexandre Baldy,  e do secretário-geral da Presidência, Moreira Franco, de contratação de 650 mil novas unidades habitacionais até o final de 2018, os gestores ressaltaram a importância desta pauta para Rio Grande e os projetos do município para a respectiva área.

“Queremos que o nosso município seja contemplado, que possa abarcar o maior número possível de moradias. Além de diminuirmos o déficit habitacional, que é uma demanda que temos perseguido desde o início do nosso mandato, as construções nos permitem a geração de emprego e renda no município, com a valorização da mão de obra local”, destacou o prefeito. Segundo ele, quase mil trabalhadores e trabalhadoras da cidade atuam na área da construção civil, em projetos como o Porto 5 e o Empreendimento Junção.

Para o presidente do Legislativo Municipal, Flávio Maciel, a participação da Câmara na agenda contribui para o fortalecimento da pauta. “Se trabalharmos em conjunto, não há dúvidas de que a força será ainda maior. Buscaremos sempre, independentemente de bandeiras partidárias, o interesse coletivo da nossa comunidade”, salientou.

O secretário de Habitação e Regularização Fundiária do Município, Gilmar Ávila, também fez uma avaliação positiva do encontro. De acordo com ele, este anúncio traz novas perspectivas para a continuidade do programa federal Minha Casa Minha Vida. Para o gestor, Rio Grande está um passo a frente em relação a muitas cidades do país. “Temos projetos e, principalmente, áreas para a construção das moradias, algo que muita cidade não tem ou possui muita dificuldade para conseguir. Sendo assim, acreditamos e defendemos que o município seja um dos contemplados”, argumentou.

Das 650 mil novas unidades habitacionais anunciadas, serão 130 mil da Faixa 1 (contendo as contratações da modalidade Entidades e do Programa Nacional de Habitação Rural – PNHR), 70 mil unidades para a Faixa 1,5, 400 mil para a Faixa 2 e 50 mil novas moradias para a Faixa 3. Para isso, serão investidos R$ 9,7 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 63 bilhões do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS).

Agenda na Caixa

No início da manhã, os gestores do município foram recebidos por representantes da Superintendência Nacional de Habitação da Caixa Econômica Federal. Alexandre Lindenmeyer, Flávio Maciel e Gilmar Ávila estiveram acompanhados por Mauro Nunes da Silva, representante das cooperativas que atuam na construção de habitações populares em Rio Grande.

Na ocasião, reiteraram a pauta da habitação popular em reunião com Raimundo Ribeiro, Gerente Executivo da Sala das Prefeituras, Anderson Possa, Superintendente Nacional de Operações, Habitação e Processamento, Elodia Borba, Superintendente Executivo da SE Habitação Sul, Eduardo Tardelli, Assessor de Relacionamento Institucional, e Rodrigo Wermelinger, Diretor Executivo de Reestruturação, Operações e Novos Negócios.


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